Textos Psicologia

O membro difícil da família... Será?

Com certa frequência deparo com pais e/ou mães que procuram psicoterapia para um filho(a). As frases usadas são “Meu filho está muito difícil”, “Não sei mais o que fazer com esta menina”, “Um dos meus filhos está dando um trabalho danado”, “Não aguento mais minha filha”... Estas e outras frases dão o indício de que algo errado não há apenas com este(a) filho(a), mas sim, com este sistema familiar.

E foram felizes, até que...

Não sei se por um dia, um ano, uma década ou talvez décadas, pode ser que a tão esperada felicidade tenha sido mesmo vivenciada pelo casal em momentos simples do cotidiano. Não existe receita certa, cada vínculo afetivo tem suas particularidades e a relação a dois tem que ser trabalhada, negociada, renegociada, dialogada e pautada no respeito à individualidade de cada um. O que não dá é pra depositar expectativas de contos de fadas e achar que namoro ou casamento são garantias de felicidade eterna.

O papel da transgeracionalidade na familia

Durante este ainda pequeno percurso de psicoterapeuta, foi possível perceber o quanto as pessoas não conhecem suas próprias histórias. Há sintomas que têm origem em fatos desprezados pelos indivíduos e que passam despercebidos. Quando os pacientes são questionados quanto à origem dos seus nomes, por vezes, eles fazem descobertas consideráveis quanto à expectativa que os pais depositaram neles antes mesmo de nascerem. Este é só início, o primeiro passo, para investigar sua própria história, origem e modelo de família o qual o paciente está inserido.

Desperta dor

É interessante o nome despertador. Um objeto que recebe este título por poder ajustar uma hora predeterminada para acordar alguém que dorme. Desmembrando o nome da seguinte forma “desperta dor”, é possível fazer algumas reflexões.

Nossas relações precisam de limite

Nossas relações precisam de limite. Quando falamos em limite logo lembramos daqueles limites que os pais devem dar aos filhos e que, se quisermos aprofundar o assunto, teremos considerável número de artigos e textos que abordam o tema.

A proposta aqui não é focar no limite apenas nos vínculos entre pais e filhos, mas colocar o limite como algo essencial a todas as nossas relações.

Rivalidade entre irmãos

Rivalidade entre imaos

Para se falar em rivalidade fraterna, é necessário começar pelo nascimento dos filhos e o rearranjo familiar que este fato demanda. O nascimento do primeiro filho demarca um momento importante na vida do casal, no qual o papel de pais será vivenciado por ambos pela primeira vez. Redefinições serão feitas, o casal enfrentará novos desafios e a família se reestruturará em busca de melhores ajustes para sua nova condição.  Pode ser que este primeiro filho seja programado, desejado e já nasça carregado de expectativas por parte de seus pais.

Revelando a psicopatia

Enganam-se aqueles que imaginam que psicopatas são apenas assassinos em séries, estupradores, pedófilos... Muitas vezes, não imaginamos que pessoas, até mesmo próximas, possam ter o que é conhecido como transtorno de personalidade antissocial e não cometer nenhum dos delitos descritos.

A psicopatia é um transtorno que afeta entre 1% a 4% da população mundial e pode ter um grau menor ou maior. Um psicopata não necessariamente chega a matar alguém, ele pode viver de pequenos golpes e fazendo vítimas ao longo da vida sendo considerado como uma "pessoa sem caráter", por exemplo.

A relevância da parceria e da admiração nas relações afetivas

Amor, respeito, carinho, cumplicidade, fidelidade, confiança, gratidão, lealdade... Estes, entre outros ingredientes, são importantes para uma boa e duradoura relação amorosa. Se perguntarmos para algumas pessoas o que consideram prioridade em um relacionamento afetivo, teremos diversas respostas. Mas, aqui, dois elementos serão priorizados: a parceria e a admiração. 

Falar em parceria é entender que, em uma relação amorosa, há cooperação, acordo, envolvimento de ambos e respeito àquilo que vem do outro.

O resultado da incoerência nas relações

A incoerência nas relações gera conflitos, insegurança e inconstância. A incoerência significa contradição, incongruência. O indivíduo fala algo, mas suas ações dizem o contrário, ou ora a pessoa fala algo e, em outro momento não distante, ela diz exatamente o contrário. Na abordagem sistêmica este tipo de conduta é chamado de comunicação paradoxal.

Ansiedade e SUPERação

A cada dia novos casos de pacientes com TAG (transtorno de ansiedade generalizada), TOC (transtorno obsessivo compulsivo), Transtorno do Pânico e fobias são mais frequentes nos consultórios de psicologia.

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